Na Índia, dizem, que para alguém tornar-se um bom cozinheiro é, antes de tudo, essencial tornar-se um bom masalchi (misturador de especiarias). O aroma e a complexidade do sabor são características marcantes da culinária indiana. Existem referências ao uso de especiarias com mais de 3.000 anos, encontradas em textos em Sanscrito. As variadas combinações de especiarias são chamadas de Massalas. Não existem receitas exatas para o preparo dos massalas, cada família, cada cozinheiro possui a sua receita particular. Uma composição rica em sabores e aromas - é que distingue a cozinha indiana. Neste curso aprenda na prática a preparar pratos como: o Chapati, um levíssimo pão, Tandoori Murg, frango com gengibre e garam massala, Carril de Vegetais, uma seleção de legumes com sabores característicos, Pullao, um arroz que leva diversos temperos como canela, pimentas..., Cordeiro Nut Massala, como o nome diz, um cordeiro com especiarias tais como o cardamomo e a páprica, Dosa que é uma massa feita com arroz e feijão recheada com batatas, côco e massalas, mais alguns pratos salgados e outros doces.
Quando: 27 a 30 de junho
Onde: Centro Especializado de Gastronomia (Avenida dos Eucaliptos, 618 - Moema – São Paulo SP CEP: 04517-050 (Antiga Av. João Castaldi) Tel. 55 (11) 5096-2007 contato@cegastronomia.com.br)
Curso Comidinhas de Bistrô
Brasília (DF)
Curso de pães, roscas e biscoitos diversos
Belém (Pará)
Onde: Senac Pará (Av. Serzedelo Corrêa nº 279 (Batista Campos) 66035-400, fone (91) 4009.6805 4009.6806, fax (91) 4009.6804) Quando: 27 de junho a 1 de julho Mais informações: http://www.pa.senac.br/?q=cursos#
E por falar em biscoitos....
Amanteigado com recheio de geléia
Ingredientes
1 pote de geléia de morango (320 gramas) 6 xícaras de (chá) de farinha de trigo 2 e ½ xícaras de (chá) de manteiga 17 colheres de (sopa) de açúcar
Modo de fazer
Acrescente a manteiga no centro e, com o auxílio de uma espátula, misture tudo. Com as mãos, amasse até ficar bem homogêneo. Abra a massa na espessura de 2 milímetros. Com um cortador no formato de coração, recorte os biscoitos. Separe a metade dos corações obtidos e vaze com um cortador menor do mesmo formato. Em uma assadeira sem untar, distribua os biscoitos sem sobrepô-los. Asse-os no forno a 180ºC durante 20 minutos. Retire e espere esfriar. Passe a geléia nos corações inteiros. Sobreponha os vazados e depois, com a ajuda de um saco de confeitar, complete o recheio com a geleia. Use geléia de outros sabores e cortadores diferentes. Asse o coração menor que sobrou e guarde. Rendimento: 40 porções. (http://www.livrodereceitas.com/doces/biscoitos/bisc2588.htm)
½ kg de batatas 200g de repolho 300g de soja em cubos 1 pimentão médio 2 cebolas médias coentro a gosto
200ml de leite de coco ½ copo de leite de soja 100g de azeitonas pretas sal e azeite
Modo de fazer
Lave bem as batatas e coza-as inteiras com pele. Depois descasque-as e corte-as em rodelas grossas. Coza o repolho no vapor, com sal, ou em pouca água, cortado em pedaços grandes.À parte, ponha a soja de molho e tempere-a a gosto. Corte as cebolas em rodelas e o pimentão em tiras finas e pique as azeitonas e os coentros. Em seguida, numa forma de ir ao forno, disponha uma camada de batatas, outra de repolho, a seguir uma de soja e uma de temperos e assim sucessivamente até terminar com uma camada de batatas. Por último, misture o leite de coco e o leite de soja e despeje sobre as camadas. Regue com um fio de azeite e leve ao forno para gratinar. Sirva quente. (http://www.leitedesoja.com/Page-11-Receitas-com-soja.html)
O aniversário da minha filha está chegando e como a festa vai ser na escola já começamos os preparativos esta semana. Tudo bem simples, prático e com muito chocolate para a criançada não reclamar. Enquanto preparo os saquinhos surpresas já penso nos outros aniversários que virão em seguida. Na verdade, não é bem assim. Meu marido faz aniversário três dias antes da Esther e o do João, meu filho mais velho é em agosto. Mas como a minha filha é a única que faz questão de festinha temática na escola, os outros aniversários acabam ganhando comemorações mais improvisadas e totalmente familiares.
Sobre a origem das comemorações de aniversário encontrei o seguinte:
“Os vários costumes de celebração de aniversários natalícios das pessoas hoje em dia têm uma longa história. Suas origens acham-se no domínio da mágica e da religião. Os costumes de dar parabéns, dar presentes e de celebração - com o requinte de velas acesas - nos tempos antigos eram para proteger o aniversariante de demônios e garantir segurança no ano vindouro. Até o quarto século, o cristianismo rejeitava a celebração de aniversário natalício como costume pagão. Os gregos dizem que cada um tinha um espiríto protetor ou gênio inspirador que assistia seu nascimento e vigiava sobre ele em vida. Este espírito tinha uma relação mística com o Deus em cujo aniversário natalício o indivíduo nascia. Os romanos também endossavam essa ideia. O costume de acender velas nos bolos começou com os gregos. Bolos de mel redondos como a lua e iluminados com velas eram colocados nos altares do templo de Ártemis. As velas de aniversário, na crença popular são dotadas de magia especial para atender pedidos. Acreditava-se também que as saudações natalícias tinham poder para o bem ou para o mal, porque a pessoa neste dia supostamente estava perto do mundo espiritual” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Anivers%C3%A1rio)
E mais isso:
“A tradição de sempre festejar a data em que uma pessoa completa mais um ano de vida não é totalmente seguida no mundo. No Vietnã, por exemplo, tal comemoração não se dá na data específica do nascimento, mas na passagem do ano novo, de forma coletiva. As festas de aniversário surgiram no Ocidente. Desde a Antiguidade, os romanos já comemoravam o dia do nascimento de uma pessoa, conhecido como "dies sollemnis natalis". Os tradicionais bolos de aniversário surgiram na civilização grega, quando os adoradores da deusa da fertilidade, Ártemis, passaram a oferecer em seu templo um preparado de mel e pão, no formato de uma lua.As velas colocadas em cima do bolo também surgiram na época dos deuses antigos, pois as pessoas acreditavam que a fumaça das velas levava as preces dos fiéis até o céu, além de proteger o aniversariante de espíritos ruins e garantir sua proteção para o ano vindouro”. (http://www.brasilescola.com/curiosidades/aniversario.htm)
foto: brasilescola.com
Para dar um clima de festa, canções de parabéns de várias partes do mundo:
Em uma batedeira, bata os ovos até dobrarem de volume. Adicione o açúcar e bata mais um pouco. Diminua a velocidade da batedeira e adicione o leite. Desligue e adicione a farinha, as castanhas moídas e o fermento e misture delicadamente. Despeje em forma redonda (28cm de diâmetro), untada e polvilhada. Leve ao forno médio-alto (200°C), preaquecido, por cerca de 30 minutos. Retire do forno e espere amornar. Reserve.
1º recheio:
Recheio de Chocolate: Em uma tigela, aqueça o creme de leite em banho-maria e misture o Chocolate picado. Mexa até formar um creme homogêneo. Reserve.
2º recheio:
Recheio de Baba de Moça: Em uma panela, misture o leite condensado com o leite de coco e as gemas e leve ao fogo baixo, mexendo sempre. Assim que ferver cozinhe por cerca de 1 minuto, para engrossar. Retire do fogo e espere esfriar. Reserve.
Cobertura:
Em uma panela, misture o açúcar com meia xícara (chá) de água e leve para ferver, sem mexer, até obter uma calda em ponto de fio. Enquanto a calda se forma, bata as claras em neve. Não desligue a batedeira e despeje a calda em fio quando estiver no ponto. Bata até que a tigela da batedeira esfrie.
Montagem:
Desenforme e corte o bolo em três partes iguais. Sobre uma das partes, espalhe o recheio de Chocolate e cubra com a outra parte da massa. Espalhe o recheio de baba de Moça e cubra com a ultima parte da massa. Espalhe o marshmallow sobre todo o bolo e cubra com castanha-do-Pará moída.
Tomando como base a divisão administrativa por regiões de Moçambique (ver mapa) - país situado na costa oriental da África -, temos que na zona sul (Maputo, Gaza e Inhambane) a "eleição alimentar" dirige-se ao arroz, na zona central (Manica, Sofala, Tete e Zambézia) ao milho e na zona norte (Nampula, Niassa e Cabo-Delgado) à mandioca. Especificamente no que diz respeito à zona norte, a produção de mandioca é massificada entre as famílias e comunidades rurais. Ano após ano, as famílias reservam grandes extensões de terra a essa planta. É comum, em qualquer pedaço de terra agricultável, encontrar-se uma plantação de mandioca, planta mais produzida na região.
A importância da mandioca no norte de Moçambique é evidenciada pela produção em monocultivo, sendo associada ao sustento dos membros e à honra do chefe da família. Tal fato estabelece diferença com o observado por Woortmann e Woortmann (1997), em estudo realizado entre camponeses do nordeste brasileiro, quando indicaram que os agricultores praticavam consorciamento em função do tempo de cada planta. A planta do ciclo curto era colocada na mesma parcela com a de ciclo longo, para permitir colheitas separadas e bom aproveitamento da terra. Mas para as famílias observadas de Nampula, a planta importante é colocada em uma parcela separada, para que receba dedicação exclusiva, já que, nesse caso, está em questão a honra do chefe da família.
Caracata constitui-se de farinha de mandioca seca. A mandioca, depois de colhida e processada, é colocada a secar e triturada, para extrair a farinha. Seu preparo envolve, inicialmente, a fervura de água em uma panela no fogo, em que é colocada a farinha, sendo, em seguida, mexida até que fique cozida. É uma massa muito dura e densa, de consistência aderente e plástica, consumida geralmente com as mãos, o que exige que a pessoa tenha unhas ou as pontas dos dedos muito firmes para poder cortar, enrolar na palma da mão (como uma pequena bola), mergulhar em um molho - que pode ser de carne, verdura, peixe etc - e engolir sem mastigar.
Quando o molho é de folhas de mandioca, o prato simboliza que a terra e o céu encontram-se, convivendo alegremente. A terra, que deu suporte à mandioca, e o céu, que cuidou das chuvas, estão em festa. Assim, a caracata constitui-se em um prato base na culinária das famílias.
A ação de consumir caracata obedece a um ritual: não deve ser apenas consumida, existem regras a observar. É preciso saber colocar os dedos na massa para conseguir cortar somente o pedacinho com que se faz a bolinha na mão. Se for mastigada, estar-se-á desrespeitando a dona da casa que preparou o prato, pois ao mastigar o convidado indica haver desconfiança de que a dona da casa tenha incorporado na massa substâncias perigosas. Mastigar deve ser evitado, pois na visão de mundo daquelas famílias, a mulher seria incapaz de fazer algo de mal ou fazer as coisas com desleixo, de modo a permitir que algo estranho ou perigoso estivesse presente na massa. Cortar muita massa e daí decidir reduzir também infringe o regulamento, pois tem o mesmo significado que mastigar a massa. A ideia é que quem mastiga desconfia que algo pode estar na massa e, por isso, mastiga para descobrir antes de engolir. E quem corta para depois reduzir a porção (devolvendo o excesso ao prato ou não), pode estar agindo como quem está procurando algo, o que, do mesmo modo, é interpretado como desconfiança e, assim, causa ofensa.
Fischler (1995, p. 65-66), em seu livro El (h)omnívoro: el gusto, la cocina y el cuerpo, ao abordar a questão do princípio da incorporação, relaciona-o ao "movimiento por el cual hacemos traspasar al alimento la frontera entre el mundo y nuestro cuerpo, lo de fuera y lo de dentro. Este gesto es a la vez trivial y portador de consecuencias potencialmente irreversibles. Incorporar un alimento es, tanto en el plano real como en el plano imaginário, incorporar todo o parte de sus propiedades: llegamos a ser lo que comemos. La incorporación funda la identidad".
Inspirando-nos nas palavras do autor, teríamos que ao consumir caracata, fazendo-a atravessar a fronteira entre o mundo e nosso corpo, coloca-se como imperativo assumir consequências potencialmente irreversíveis. Não se pode desconfiar de uma mulher - é uma premissa cultural -, mas se, por algum engano, entrar na comida algo estranho, o perigo é real e irreversível. Temos que imaginar e confiar que a mulher, dona de casa, sempre quer o bem dos seus membros e como ela é paciente e cuidadosa "por natureza", nada disso vai acontecer em nenhum momento.
Remetendo à discussão sobre as razões e o lugar da mandioca na alimentação das famílias de Nampula, podemos ainda recorrer ao estudo de Garine (1987), sobre alimentação, culturas e sociedades, em que o autor salienta que o que mais as pessoas procuram para seu consumo é um alimento que proporcione sensação de saciedade. De acordo com esse autor, esta saciedade só é conseguida quando se consome um alimento que não vai contra seus princípios biológicos e culturais, garantindo, desta forma, sua reprodução social. Assim como a caracata pode ser acompanhada de molho feito de folhas de mandioca, também pode ser preparada de várias outras formas, crua, assada ou cozida.
Caracata é um alimento que, quando se tem algo decisivo para realizar, come-se para buscar inspiração. É motivo para dizer que a terra, o céu, as pessoas vivas e os espíritos dos seus ancestrais estão em festa. Porque gera certeza de que em qualquer atividade a ser realizada tudo vai correr bem: porque se comeu caracata.
O prato exprime uma sensação de conforto e prazer, equilíbrio emocional e físico para executar qualquer atividade, mesmo que não se coma nada ao amanhecer. É como beber água depois de muitas horas de sede, a sensação é forte. Tanto que a caracata pode ser consumida em qualquer período do dia, de manhã, no matabicho (ou café-da-manhã), no almoço e durante a noite, no jantar. Quem receber alguma visita e servir caracata estará desejando boas-vindas, além de ser o melhor acolhimento que se faz para o visitante. Como o visitante provavelmente deve ter perdido energias durante a viagem, pode estar cansado tanto física como emocionalmente. Ao comer, o visitante fica forte, já pode fazer tudo o que quiser e que precise exercer força, como, por exemplo, pegar o caminho de volta para casa, tendo certeza de que vai chegar bem, saudável e bem-humorado.
Assim é que a caracata, feita a partir da mandioca, preparada pela mulher, é consumida em paz e tranquilidade. Proporciona a saciedade, o prazer de ter-se alimentado muito bem, biológica e culturalmente. Porque é símbolo de identidade para aquelas famílias.
O objetivo do curso é proporcionar conhecimento teórico-prático do cultivo, seleção, conservação e aplicação desses ingredientes nas preparações culinárias. Os aromas e sabores das ervas e especiarias farão parte das preparações que serão executadas para degustação.
Período: 16 de junho a 07 de julho de 2011
Horário: Quintas- feiras, das 18h às 20h15min; das 20h30min às 22h15min.
Inscrição: Até o dia 14/06
Local: Campus II da Universidade FEEVALE. O local será informado via e-mail antes do início da atividade.
O participante aprende sobre as etapas de coordenação, organização, realização, promoção e produção de eventos, este curso auxilia o aluno a identificar as áreas de atuação, conhecer a estrutura dos eventos, os objetivos e planejar toda a logística. Avaliação crítica, prospecção de novos clientes, demandas do mercado e novas necessidades são outros temas abordados. Apresenta um panorama do trabalho e ensina conceitos básicos para organizar qualquer tipo de evento.
Período: de 14/06/2011 a 09/08/2011, terças e quintas-feiras
Horário: das 19 horas às 22h30
Valor: R$ 414,00 (em 3x)
Mais informações: (12) 2134-9000
Senac São José dos Campos: Rua Saigiro Nakamura, nº 400, Vila Industrial
O Grupo Alimentação Natural do setor Espiritualidade e Saúde da Fundação Mokiti Okada realizará no dia 21 de junho, em São Paulo, uma oficina culinária denominada "Pão Integral". A iniciativa tem como proposta ensinar receitas saborosas elaboradas com alimentos saudáveis. A história do pão e seus benefícios, a importância da fibra na alimentação e dicas para elaboração de uma receita na medida certa serão alguns assuntos abordados na atividade pela instrutora Vilma Ávila Galasso.
Esta oficina acontecerá a partir das 15h30 e a duração é de duas horas.
Doure o alho no azeite numa panela. Acrescente a cebola picada, a carne do caranguejo, o suco de limão e o sal. efogue até secar e ficar dourado. Adicione o tomate sem pele e o extrato de tomate. Quando secar, acrescente a salsinha picada. Reserve. Com a raspa da panela, faça uma farofa com a farinha de mandioca e a margarina. Sirva a farofa por cima da mistura do caranguejo.Pode ser servido na própria casquinha do caranguejo ou num pirex. (http://www.receitasgostosas.com/receita/carnes/frutos-do-mar/caranguejo/)
Não sei exatamente a razão, mas minha mãe comemorava seu aniversário no dia 13 de junho e não 11, dia em que foi registrada. Isto até o ano em que na adolescência comecei a namorar uma persona non grata na família que fazia aniversário em 13 de junho. A partir daí ela voltou a comemorar seu aniversário no dia em realmente nasceu, 11 de junho. Coisas de mãe que a gente nunca vai entender direito, mais aceitamos sem questionar. Só a curiosidade que continua sem resposta e de vez em quando aparece.
O que não muda é o dia de Santo Antonio, o santo casamenteiro e também padroeiro dos pobres, um dos santos mais populares do Brasil.
História de Santo Antonio
Fernando de Bulhões (verdadeiro nome de Santo Antônio), nasceu em Lisboa em 15 de agosto de 1195, numa família de posses. Aos 15 anos entrou para um convento agostiniano, primeiro em Lisboa e depois em Coimbra, onde provavelmente se ordenou. Em 1220 trocou o nome para Antônio e ingressou na Ordem Franciscana, na esperança de, a exemplo dos mártires, pregar aos sarracenos no Marrocos. Após um ano de catequese nesse país, teve de deixá-lo devido a uma enfermidade e seguiu para a Itália. Indicado professor de teologia pelo próprio são Francisco de Assis, lecionou nas universidades de Bolonha, Toulouse, Montpellier, Puy-en-Velay e Pádua, adquirindo grande renome como orador sacro no sul da França e na Itália. Ficaram célebres os sermões que proferiu em Forli, Provença, Languedoc e Paris. Em todos esses lugares suas prédicas encontravam forte eco popular, pois lhe eram atribuídos feitos prodigiosos, o que contribuía para o crescimento de sua fama de santidade. A saúde sempre precária levou-o a recolher-se ao convento de Arcella, perto de Pádua, onde escreveu uma série de sermões para domingos e dias santificados, alguns dos quais seriam reunidos e publicados entre 1895 e 1913. Dentro da Ordem Franciscana, Antônio liderou um grupo que se insurgiu contra os abrandamentos introduzidos na regra pelo superior Elias. Após uma crise de hidropisia (Acúmulo patológico de líquido seroso no tecido celular ou em cavidades do corpo). Antônio morreu a caminho de Pádua em 13 de junho de 1231. Foi canonizado em 13 de maio de 1232 (apenas 11 meses depois de sua morte) pelo papa Gregório IX. A profundidade dos textos doutrinários de santo Antônio fez com que em 1946 o papa Pio XII o declarasse doutor da igreja. No entanto, o monge franciscano conhecido como santo Antônio de Pádua ou de Lisboa tem sido, ao longo dos séculos, objeto de grande devoção popular. Sua veneração é muito difundida nos países latinos, principalmente em Portugal e no Brasil. Padroeiro dos pobres e casamenteiro, é invocado também para o encontro de objetos perdidos. Sobre seu túmulo, em Pádua, foi construída a basílica a ele dedicada. (http://wagsantos.sites.uol.com.br/personalidades/index.html)
Simpatias de Santo Antonio
Para reconciliação
Acenda duas velas, uma rosa e outra azul, unidas com uma linha branca e ofereça para a Corrente dos Anjos da Reconciliação, pedindo que desfaça o mal-entendido e que traga novamente a harmonia na relação, desde que seja para o bem de ambos.
Para quem está só
1) Abrir a porta da frente da casa para que Santo Antônio permita a entrada de alguém especial em sua vida, dizendo: “Santo Antônio, protetor dos enamorados, faça chegar até mim aquele que anda sozinho e que em minha companhia será feliz”.
2) Acender uma vela rosa, de qualquer tamanho, em um pires com mel e pedir ao Arcanjo Haniel a verdadeira realização afetiva.
3) Colocar um quartzo rosa dentro de um copo transparente, com água filtrada, e deixar no sereno, na véspera do dia de Santo Antônio, pedindo tudo que almeja para a realização afetiva - felicidade, respeito, harmonia, companheirismo, cumplicidade, afeto, dedicação, carinho, amor, compreensão, etc. No dia seguinte, passar água nos pulsos, para se articular sempre com equilíbrio; nos joelhos, para ter flexibilidade e respeitar o outro; no coração, para amar com sinceridade e que o amor seja pleno e digno.
4) No dia de Santo Antônio, olhe para o céu e escolha uma estrela . Fixe nela seu olhar e faça seu desejo com fervor. Abra os braços e agradeça ao Universo a chegada do amor.
Para quem quer formalizar o relacionamento
Retire 3 espinhos de uma rosa vermelha e coloque dentro do perfume que você usa e que a pessoa gosta. Peça para Santo Antônio remover os obstáculos “se for para a felicidade de ambos”. Use o perfume sempre que estiver com a pessoa. (http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diajunino3.html)
O pão de Santo Antonio
A história do "Pão de Santo Antônio" remonta a um fato curioso que é assim narrado: "Antônio comovia-se tanto com a pobreza que, certa vez, distribuiu aos pobres todo o pão do convento em que vivia. O frade padeiro ficou em apuros, quando, na hora da refeição, percebeu que os frades não tinham o que comer: os pães tinham sido roubados".
Atônito, foi contar ao santo o ocorrido. Este mandou que verificasse melhor o lugar em que os tinha deixado. O Irmão padeiro voltou estupefato e alegre: os cestos transbordavam de pão, tanto que foram distribuídos aos frades e aos pobres do convento.
Até hoje na devoção popular o "pãozinho de Santo Antônio" é colocado, pelos fiéis nos sacos de farinha, com a fé de que, assim, nunca lhes faltará o de que comer.
Ingredientes
1 copo (250 ml) de açucar
1 copo (250 ml) de água
1 copo (- 2 dedos) de óleo
3 ovos
1 pitada de sal
1 xícara (café) de leite
2 colheres (sopa) fermento para pão
1 kilo de farinha de trigo
Modo de fazer
Bater no liquidificador os ovos, óleo, água, açucar, leite e o fermento se for de tablete, caso seja granulado (seco) acrescente ele a farinha de trigo. Coloque o liquido já batido em uma travessa e acrescente a farinha de trigo aos poucos até desgudar da vasilha. Mas atenção, a massa não deve ser sovada, o ponto certo é quando ainda gruda um pouco nas mãos, caso coloque muita farinha, acrescente um pouquinho de água. Com um pouco de farinha nas mãos, faça as bolinhas. Coloque em uma assadeira untada e deixe crescer até dobrar de volume. Asse em forno quente. (http://tudogostoso.uol.com.br/receita/94961-pao-santo-antonio.html)
Como amanhã não estarei por aqui, adianto as postagens, a nossa tradicional sessão de cinema do final de semana. Escolhi dois filmes bem especiais do site CinePub Café (http://cinepubcafe.blogspot.com/) para adultos e crianças.
Coraline e o mundo secreto (2008)
Coraline é uma curiosa e aventureira menina de 11 anos. Ela acaba de se mudar do Michigan para o Oregon e, sentindo falta dos amigos e vendo os pais ocupados demais com o trabalho, realmente duvida que seu novo lar possa lhe oferecer algo intrigante. Mas ela percebe que está enganada ao descobrir uma porta secreta dentro de casa que leva a uma versão alternativa de sua vida. Superficialmente, essa realidade paralela é parecida com a sua, só que muito melhor. Nela, os adultos – incluindo a solícita 'Outra Mãe' – aparentam ser bem mais acolhedores, tudo é mais bonito, e a comida é boa como ela jamais comeu na vida. Mas, como todos sabem, as aparências enganam e muito....
Dr. Parnassus(Christopher Plummer) é um homem que pede a vida eterna ao Diabo, este conhecido como Nick(Tom Waits), o diabo aceita a troca, desde que Parnassus dê a sua filha quando ela completar 16 anos. Achando-se mais esperto e acreditando que nunca terá uma filha, aceita. Mas o destino lhe dá um golpe quando Parnassus apaixona-se por Valentina e juntos tem uma filha. Valentina morre e deixa com ele a pequena Valentina. É aí que começa o filme.
Coloque as abobrinhas de molho em um litro de água gelada por 20 minutos. Em seguida, lave até sair toda a aspereza da casca, tire as extremidades e corte a abobrinha em bastões de 6 cm de comprimento por 05 cm de largura. Espalhe-os em um escorredor, polvilhe uma colher de sopa de sal e deixe por duas horas. Em seguida, seque cada bastão, empane em farinha de trigo e reserve. Em uma frigideira, aqueça as cinco colheres de azeite de oliva, refogue o alho até dourar; retire e coloque sobre papel-toalha. Despeje bastante azeite na mesma frigideira e, quando aquecer, adicione aos poucos as abobrinhas empanadas e frite-as até dourar. Retire-as e coloque sobre o papel-toalha. Escorra o azeite da frigideira, coloque o alho, as abobrinhas, o manjericão, a manteiga e o queijo. Deixe por um minuto, ponha o sal e retire do fogo. (http://www.clickgratis.com.br/receita/entradas-e-aperitivos/abobrinha-frita-com-alho.html)